se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. o que confesso não tem importância, pois nada tem importância. faço paisagens com o que eu sinto. faço férias das sensações. compreendo bem as bordadoras por mágoa e as que fazem meia porque há vida. estas confissões de sentir são paciências minhas. - fernando pessoa
Doce desejo